Da Redação (Brasília) - Depois de duas semanas de trabalho no Brasil, a equipe de consultores do Banco Mundial elaborou um diagnóstico preliminar sobre o estágio da supervisão baseada em riscos adotada pela Superintendência de Previdência Complementar (Previc). Em reunião com o diretor-superintendente da Previc, Ricardo Pena, foram apresentados os pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças na implementação da metodologia de supervisão baseada em riscos para os fundos de pensão, observado o contexto atual do mercado brasileiro.
Os técnicos estrangeiros realizaram reuniões de trabalho em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, tanto com a diretoria da Secretaria de Polícias de Previdência Complementar (SPPC) e da Previc, como com nove fundos de pensão, associações profissionais e de mercado, consultorias atuariais, financeiras e jurídicas, empresas de auditoria independente, técnicos do Banco Central, Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O objetivo desse projeto, firmado em setembro de 2009 com a SPPC, e com a anuência da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, é oferecer, ao final de 18 meses, um roteiro para a implantação dessa metodologia; adaptações, se necessário, na regulação e na estrutura de supervisão dos fundos de pensão; treinamentos e cursos para os auditores e especialistas do órgão de fiscalização e também para as entidades fiscalizadas.
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Zenaide Azeredo
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ACS/MPS
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